Operação no controle.
Não é ERP genérico. É o processo da sua operação rodando sozinho, do plantio à emissão do CT-e.
Você planta por hectare. Perde no imposto.
Talhão sem controle
Colheita entrando no galpão, insumo saindo do estoque, ninguém sabe o custo real por hectare até o fim da safra.
Nota que trava caminhão
SEFAZ rejeita, carreta espera no pátio, frete conta na hora. Sem CT-e correto, o produto não sai.
Hora invisível
Máquina em manutenção, funcionário parado, diesel queimando. O custo por operação só aparece no balanço.
Comprador que esfria
Comprador pergunta preço às 22h, você responde às 9h. O bot (abaixo) resolve isso.
Diagnóstico primeiro. Sistema depois.
Mapeamos o ciclo
Do plantio ao CT-e. Mostramos em R$ onde a margem vaza por talhão, por operação, por nota. Você sai com o blueprint, mesmo se não seguir com a gente.
Sob medida
Cadastro de talhão, custo de insumo, controle de máquina, emissão fiscal integrada. A ferramenta encaixa no seu ciclo, do seu tamanho, com atenção à Reforma Tributária de 2026 (CT-e/MDF-e/NF-e).
Margem de volta
Cada hectare, um custo. Cada operação, uma hora. Cada nota, uma cobrança. Decisão com dado, não com sensação.
Seu WhatsApp respondendo sozinho, dia e noite.
O bot qualifica o comprador, marca visita técnica direto na sua agenda e devolve status do lote em andamento. Puxa do mesmo sistema, sem ninguém digitar.
Números que fecham a safra.
Custo médio de uma safra de soja. Vira prejuízo rápido sem custo por talhão.
Ano em que CT-e, MDF-e e NF-e mudam de leiaute. Prateleira depende do fornecedor.
Do código é seu, roda na sua infraestrutura. Sem mensalidade eterna, sem lock-in.
Comece pelo diagnóstico de operação.
Mapeamos seu ciclo, quantificamos a perda em R$ por talhão e por operação, entregamos o blueprint. O documento continua valendo mesmo se você não seguir com a gente. É uma etapa curta e paga, abatida do projeto se você fechar.
Onde sua margem está vazando
Depois de enviar, você escolhe um horário direto na nossa agenda.
Perguntas honestas.
O diagnóstico tem custo?
Tem. É uma etapa curta e paga. Existe pra você sair com entrega, não com reunião de venda: mapeamento do seu ciclo, quanto a operação perde por talhão e o blueprint do sistema. O documento continua valendo mesmo se não fechar. Se fechar, o valor é abatido.
Quanto custa o projeto?
Depende do escopo. Você só ouve um número depois do diagnóstico, porque antes disso qualquer valor é chute. O preço sai fechado do diagnóstico, antes da primeira linha de código.
Cada fazenda é diferente. Dá pra padronizar?
É por isso que funciona. O que se repete não é a lavoura. É o processo em volta: cadastro de talhão, apontamento de operação, controle de estoque, emissão fiscal, cobrança. É aí que a margem vaza. O sistema padroniza o fluxo e deixa a operação única.
Preciso ter alguém de TI na fazenda?
Não. Você entra com o conhecimento da operação: quem planta, quem colhe, quem emite nota. A gente cuida do desenho, construção, integrações e treinamento.
Vou ter que jogar fora o que já uso?
Quase nunca. O normal é integrar com o que já existe (emissor fiscal, contabilidade, ERP de trading) e importar o histórico. O objetivo é parar de redigitar o mesmo dado três vezes.
Depois de pronto, o sistema é de quem?
Seu. O código é seu, roda na sua infraestrutura, pode ser levado pra outro fornecedor a qualquer momento. Sem cliente refém.
E se a fazenda não tem internet boa?
Trabalhamos com sincronização offline no que precisa (apontamento de campo, coleta de dados de máquina) e online no que exige (emissão fiscal, integração bancária). O que roda no galpão não depende de sinal no talhão.