Você vende por m². Mas perde por hora.
Alteração infinita come a margem
O cliente acha que basta pagar pra ter pronto. Todo ajuste que não vira aditivo sai direto do seu lucro.
Honorário que não fecha
Entrega feita, pagamento travado, escopo em discussão. Sem registro da aprovação, cobrar vira processo.
Hora que ninguém mede
Você fecha por valor, mas o custo é hora. O projeto "pequeno" costuma ser o que mais dá prejuízo — e você só descobre no fim.
Lead pergunta o preço às 22h e esfria
No dia seguinte ele já mandou a mesma pergunta pra outros três escritórios. Atendimento no WhatsApp que qualifica o lead, agenda a visita técnica e informa a etapa do projeto — sem tirar ninguém da prancheta.
Diagnóstico primeiro.
Sistema depois.
Diagnóstico de processo
Mapeamos o fluxo — do briefing à cobrança — e mostramos em R$ onde a margem vaza. Você sai com o blueprint, mesmo que não siga com a gente.
Sistema sob medida
Escopo registrado, aprovação por escrito, horas por projeto e cobrança disparada automaticamente. A ferramenta no seu processo — não o contrário.
Margem de volta
Cada alteração vira aditivo. Cada hora vira número. Cada entrega vira cobrança. Você decide com dado, não com sensação.
Valor típico de um projeto — fácil de virar prejuízo sem controle de horas.
O que uma aprovação em prefeitura pode travar do seu recebimento.
Do código é seu — sem mensalidade eterna, sem lock-in.
Comece pelo diagnóstico de processo
Mapeamos seu fluxo, quantificamos a perda em R$ e entregamos o blueprint — um documento que continua valendo mesmo se você não seguir com a gente. É uma etapa curta e paga, abatida do projeto se você fechar.
Descubra onde seu escritório perde margem
Deixe seu contato. Retornamos em até 1 dia útil com os próximos passos.
Perguntas frequentes.
O diagnóstico tem custo?
Tem — é uma etapa curta e paga. Ela existe pra você sair com entrega, não com uma reunião de venda: mapeamento do seu fluxo, quanto o escritório perde em hora não faturada e o blueprint do sistema. O documento continua valendo mesmo se não fechar com a gente, e se fechar, o valor é abatido do projeto. O valor a gente alinha na conversa, depois de entender o tamanho do seu escritório.
Quanto custa o projeto?
Depende do escopo — e você só ouve um número depois do diagnóstico, porque antes dele qualquer valor é chute. O que garantimos é que o preço sai fechado do diagnóstico, antes da primeira linha de código. Sem “surgiu um extra” no meio do caminho.
Cada projeto do escritório é diferente. Dá pra padronizar isso?
É exatamente por isso que funciona. O que se repete não é o projeto — é o processo em volta dele: proposta, contrato, apontamento de hora, aprovação de etapa, medição e cobrança. É aí que a margem vaza. O sistema padroniza o fluxo e deixa o projeto continuar sendo único.
Preciso ter alguém de TI no escritório?
Não. Você entra com o conhecimento da operação — quem desenha, quem aprova, quem cobra. A gente cuida do desenho, da construção, das integrações e do treinamento de quem vai usar no dia a dia.
Vou ter que jogar fora a planilha e os sistemas que já uso?
Quase nunca. O normal é integrar com o que já existe e importar o histórico. O objetivo é parar de redigitar o mesmo dado três vezes — não recomeçar do zero no meio dos projetos em andamento.
Depois de pronto, o sistema é de quem?
Seu. O código é seu, roda na sua infraestrutura e pode ser levado pra outro fornecedor a qualquer momento. Não trabalhamos com cliente refém — se você continuar com a gente, é porque quer, não porque não dá pra sair.
Quando não faz sentido chamar a Agon?
Quando já existe um sistema de prateleira que resolve bem e barato o seu caso — e a gente fala isso na primeira conversa, não no meio do projeto. Sob medida compensa quando o seu processo é a vantagem competitiva, ou quando nenhum pronto encaixa sem gambiarra.
Ficou uma dúvida que não está aqui? Pergunte no WhatsApp ou comece pelo diagnóstico →